Resgate aéreo, criado por Beto Richa, completa 10 anos salvando vidas

Resgate aéreo, criado por Beto Richa, completa 10 anos salvando vidas

A primeira base de serviço aeromédico em Cascavel completou 10 anos de operação no último dia 22 de janeiro. Hoje, o resgate aéreo, criado pelo então governador Beto Richa, comemora uma década realizando 28 mil atendimentos em todo o Paraná.

“O serviço aeromédico modernizou o atendimento de urgência e emergência no Paraná, sem contar que passou a auxiliar as equipes de transplantes, com o transporte de órgãos pelo Estado”, destaca Beto Richa, atualmente deputado federal.

Richa se recorda que em 2014 foram implantadas as bases de Curitiba, Maringá, Londrina e Ponta Grossa, além da base do Oeste. Todos os locais têm helicópteros e o apoio de um avião de UTI móvel. O modelo implementado pelo Paraná deu tão certo que diversos Estados, como São Paulo, copiaram o modelo paranaense.

Desde que foi criado, o serviço aeromédico fez 28.047 atendimentos, ajudando a salvar vidas de vítimas de acidentes, casos de emergência clínica, como infarto e AVC, e de recém-nascidos que precisam de UTIs, entre outros, além de transporte de órgãos para transplante.

O transporte é feito por seis helicópteros e um avião que ficam em cinco bases (localizadas em Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa), escolhidas estrategicamente para garantir a cobertura de 100% do Estado com o serviço. As tripulações mínimas das aeronaves são compostas por piloto, médico e enfermeiro.

STF anula atos da Lava Jato e encerra investigações contra Beto Richa

STF anula atos da Lava Jato e encerra investigações contra Beto Richa

O Supremo Tribunal Federal determinou nesta terça-feira, 19, a nulidade de todos os atos praticados do âmbito da Lava Jato contra o deputado federal Beto Richa. A decisão do ministro Dias Toffoli engloba os processos das Operações Rádio
Patrulha, Piloto, Integração e Quadro Negro, cujas decisões foram anuladas.

Dias Toffili considerou a atuação dos integrantes da força-tarefa de Curitiba, Lava Jato, e do então juiz Sergio Moro “se revela incontestável o quadro de conluio processual entre acusação e defesa em detrimento de direitos fundamentais do requerente”.

“Essa decisão comprova e reforça a minha inocência. Fui vítima de acusações levianas e com interesses escusos e políticos que buscaram manchar a minha reputação, atingido a minha família, a minha honra e meu nome”, disse Beto Richa.

“Sempre tive confiança na Justiça, pois, como consciência, sabia que a verdade ia prevalecer e os fatos seriam revelados”, afirmou Richa.

Com a decisão do ministro, ficou determinado o o trancamento, ou seja o encerramento, das acusações contra Beto Richa. A petição da defesa de Richa menciona os diálogos de Telegram entre procuradores da Lava Jato, liderados por Deltan Dallagnol, e juízes, como Moro. O material, que deu origem à série de reportagens Vaza Jato, é parte do acervo da Operação Spoofing.

No despacho do ministro, são destacadas conversas, mostrando que o procurador federal Diogo Castor de Mattos modificou as provas para incriminar Beto Richa. Os diálogos apresentados entre castor e o procurador Deltan Dallagnol mostram conluio contra o deputado. Há também conversas similares entre os procuradores e o ex-juiz Sergio Moro.

Richa chegou a ser preso indevidamente em três ocasiões, a primeira delas durante a campanha eleitoral de 2018. Ele foi réu em oito ações penais, absolvido em um dos processos em 2021. As acusações dizem respeito aos mandatos do tucano no governo paranaense, entre 2011 e 2018.

Beto Richa vota pela continuidade da desoneração da folha e contra veto ao Marco Temporal

Beto Richa vota pela continuidade da desoneração da folha e contra veto ao Marco Temporal

Para garantir mais empregos e a paz no campo, o deputado federal Beto Richa (PSDB) votou nesta quinta-feira (14) contra os vetos presidenciais que suspendiam a desoneração da folha de pagamento e barravam o Marco Temporal sobre demarcações de terras indígenas.

Richa comemorou a derrubada do veto ao projeto de lei que prorrogou a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. O benefício acabaria no final do ano e agora será prorrogado até 31 de dezembro de 2027, como previa o projeto de Lei 334/23. O texto, que havia sido vetado integralmente, será agora promulgado como lei.
Foram 60 votos de senadores para derrubar o veto e 13 para manter. Na Câmara, 378 deputados votaram pela derrubada e 78 pela manutenção. Com a desoneração, as empresas beneficiadas podem optar pelo pagamento das contribuições sociais sobre a receita bruta com alíquotas de 1% a 4,5% em vez de pagar 20% de INSS relativo aos empregados pela CLT.

Pelo texto, municípios com até 142 mil habitantes terão redução de 20% para 8% na contribuição previdenciária.

Marco Temporal – O Congresso Nacional derrubou também todas as menções à restrição das demarcações até 1988, em especial no artigo que trata “das terras indígenas tradicionalmente ocupadas”. “O Marco Temporal traz segurança jurídica no país, ajudando a dirimir conflitos no campo e também em algumas situações em áreas urbanas”, afirmou Beto Richa.

O Marco Temporal estabelece a data de 5 de outubro de 1988 como data limite para o reconhecimento de terras indígenas passíveis de demarcação. Terras que foram ocupadas após essa data não serão passíveis de demarcação.

Foram 327 votos de deputados para derrubar o veto e 121 favoráveis à manutenção. No Senado, 53 votaram pela derrubada e 19 para manter.

Bolsa será essencial para incentivar estudantes a concluírem ensino médio, diz Beto Richa

Bolsa será essencial para incentivar estudantes a concluírem ensino médio, diz Beto Richa

Tendo como uma das prioridades de seu mandato a melhoria da educação, o deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) votou a favor do projeto 54/21 que cria uma espécie de bolsa poupança para os alunos do ensino médio. O incentivo financeiro será de R$ 200,00 por dez meses em cada um dos três anos dessa fase de ensino. Além disso, no final de cada ano letivo, se o estudante assegurar uma frequência mínima e for aprovado, receberá um adicional de R$ 1.000,00, que só poderá ser sacado na conclusão dessa fase.

“É uma proposta que deve atender 2,5 milhões de estudantes e consumir cerca de R$ 20 bilhões nos próximos três anos. Uma bolsa como essa vai incentivar os estudantes a concluírem o ensino médio, onde temos um grande percentual de evasão escolar. Muitos abandonam o estudo porque precisam trabalhar para sustentar suas famílias e esse incentivo que aprovamos pode ajudar a mudar essa situação”, afirmou Beto Richa.

A seleção dos alunos obedecerá a critérios de inscrição no CadÚnico e poderá seguir ainda outros critérios fixados em regulamento e referentes à vulnerabilidade social, à matrícula em escola em tempo integral e à idade do estudante contemplado.

Para ser beneficiado, o aluno ainda precisa manter frequência escolar de 80% do total de horas letivas; ser aprovado ao fim de cada ano letivo; participar dos exames do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb); e participar do Exame Nacional do Ensino Médio. Já para o caso de alunos da Educação de Jovens e Adultos, eles precisam participar do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

Cada estudante do ensino médio que cumprir os três anos terá recebido ao se formar cerca de R$ 9 mil proveniente desse novo programa, o que serve de incentivo para ele seguir com os estudos e ingressar no ensino superior. A matéria segue agora para a análise do Senado.

Beto Richa está no pódio dos deputados do Paraná mais presentes em votações na Câmara

Beto Richa está no pódio dos deputados do Paraná mais presentes em votações na Câmara

Sempre presente. Assim é Beto Richa. Na Câmara dos Deputados, está no pódio dos deputados federais paranaenses mais presentes nas votações em plenário. Sempre preocupado com os projetos que vão afetar a vida dos brasileiros, ele se mantém atento a tudo que está em discussão e participa de todas as votações. Somente até hoje, Beto Richa votou 240 vezes, pelo Paraná, e por você.

É o terceiro parlamentar da bancada paranaense mais presente nas votações. Os dois primeiros votaram por 242 vezes.

Para os paranaenses isso não é novidade. Como prefeito de Curitiba, esteve presente em todos os bairros da cidade e, eleito governador, não ficou sentado na cadeira. Visitou todos, todos os 399 municípios do Paraná.

Beto Richa só não registrou seu voto em duas ocasiões. Uma em que estava em deslocamento entre Brasília e Paraná e outra em que a sessão foi convocada de última hora, quando ele já estava presente em reunião marcada com antecedência de uma convenção do PSDB.

“Nesse fim de ano, é meu dever prestar contas de meu mandato. E uma coisa eu garanto: Estarei sempre presente nas votações e atento na defesa do povo paranaense e do Brasil”, resume o deputado.

Beto Richa ajuda a aprovar pacote de projetos em defesa das mulheres

Beto Richa ajuda a aprovar pacote de projetos em defesa das mulheres

Em mais uma ação do Congresso Nacional no combate à violência contra as mulheres, o deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) ajudou a aprovar um pacote de projetos de lei que aumentam penas para abusos sexuais, ampliam direitos e combatem agressões e crimes contra a vida. A iniciativa da Câmara marca uma mobilização mundial de 16 dias de ativismo, que se encerra no dia 10 de dezembro, pela eliminação da violência contra as mulheres e meninas.

“O combate à violência contra as mulheres exige vigilância constante. Felizmente hoje temos uma série de mecanismos para melhorar essa proteção, seja pelo aumento de penas ou na prevenção por meio da tecnologia, comunicação e conscientização. Todos devem estar comprometidos nessa campanha constante pelo respeito e proteção da vida. Na Câmara estamos cumprindo nosso papel com a aprovação de diversas iniciativas nesse sentido”, afirmou Beto Richa.

Entre as propostas aprovadas está o protocolo de prevenção à violência contra mulheres em shows e casas noturnas, que seguirá para sanção presidencial. Os outros projetos aprovados, que agora serão analisados pelo Senado, estabelecem, entre outros pontos, pena maior para crimes contra liberdade sexual, aumento de 3 para 20 anos no prazo de prescrição de crimes sexuais contra crianças, pena maior para importunação sexual em táxi ou aplicativo de transporte, atendimento preferencial de profissionais mulheres a vítimas de violência doméstica e uso de tornozeleira eletrônica para agressor de mulheres.

Também foram aprovadas propostas que preveem julgamento pela Justiça Comum para violência doméstica cometida entre militares, pena maior para lesão corporal, fim de atenuante para menor de 21 anos e maior de 70 que violentar mulher, guarda temporária para mulher no período de amamentação, prisão preventiva de ofício em crimes de violência contra mulher, assistência para mulheres usuárias e dependentes de álcool e avaliação de risco no registro de ocorrência de violência contra mulher.

BETO RICHA VOTA PELA PROIBIÇÃO DE “LINGUAGEM NEUTRA” EM ÓRGÃOS PÚBLICOS

BETO RICHA VOTA PELA PROIBIÇÃO DE “LINGUAGEM NEUTRA” EM ÓRGÃOS PÚBLICOS

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) votou ontem (5) pela proibição do uso da chamada “linguagem neutra” em órgãos públicos. A medida evita a adoção de termos como “todes” e “amigues”, entre outras expressões que desrespeitam as regras gramaticais.

A iniciativa foi incluída, por meio de uma emenda, que contou com o apoio de Beto Richa, dentro do projeto 6256/19, que institui uma política nacional de linguagem simples, com procedimentos a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública para facilitar a comunicação com a população. A matéria segue agora para a análise do Senado.

“Nada contra a simplificação para facilitar a compreensão do cidadão sobre temas muitas vezes complexos, que são tratados e divulgados por órgãos públicos. Mas também é preciso barrar termos que afrontam as regras gramaticais. Não dá para um órgão público, por exemplo, divulgar um comunicado do tipo: ‘Convocamos todes (sic) para a campanha de vacinação’. Deixamos isso bem claro no projeto”, explicou Beto Richa.

Para o parlamentar, os órgãos públicos devem seguir o que é estabelecido nas regras gramaticais da língua portuguesa. “O poder público não é local para experimentos linguísticos”, reforçou Beto Richa.

Trabalho de Beto Richa é lembrado na comemoração de 25 anos da Renault

Trabalho de Beto Richa é lembrado na comemoração de 25 anos da Renault

Os presidentes da Renault América Latina, Luiz Fernando Pedrucci, e da Renault do Brasil, Ricardo Gondo, agradeceram o apoio recebido do deputado federal e ex-governador Beto Richa (PSDB), durante as comemorações de 25 anos da instalação da montadora francesa no Brasil. O evento aconteceu na fábrica da empresa, em São José dos Pinhais, na presença do Presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin.

Os dois executivos da Renault destacaram que “sementes foram plantadas”, durante a gestão de Beto Richa no Governo do Paraná, permitindo o desenvolvimento da montadora. A empresa francesa é uma das empresas participantes do programa Paraná Competitivo, que atraiu mais de R$ 45 bilhões de investimentos e gerou 450 mil empregos, entre 2011 e 2018.

Richa lembrou que graças ao apoio governamental, a Renault ampliou o Complexo Industrial Ayrton Senna, sua planta industrial no Paraná. Em sua gestão, a montadora trouxe a fábrica de motores ao Paraná, construiu o Centro de Distribuição em Quatro Barras e abriu, pela primeira vez, o terceiro turno de trabalho, empregando 6.600 trabalhadores em suas indústrias.

No encontro, Beto Richa agradeceu a parceria que a Renault teve com seu governo. Por meio do programa Paraná Competitivo, criado por Beto Richa, a montadora investiu R$ 1,5 bilhão no Estado.

A fábrica paranaense foi inaugurada no dia 4 de dezembro de 1998 e a montadora produziu, ao longo desses 25 anos, mais de 3,5 milhões de veículos, conforme material sobre a data publicado em seu site. A empresa conta com mais de 5,3 mil funcionários diretos atualmente, gerando cerca de 25 mil postos indiretos no Paraná.
No mês passado, em evento global realizado no Rio de Janeiro, a Renault anunciou investimento de € 3 bilhões (perto de R$ 16 bilhões) nos mercados fora da Europa, o que inclui as operações brasileiras e o lançamento local, ano que vem, do SUV Kardian.
Além desse modelo, serão mais sete novidades até 2027, incluindo um carro híbrido flex no Brasil. O aporte também contempla inovações em manufatura nas quatro regiões onde a empresa mantém fábricas: América Latina, Norte da África, Turquia e Índia, além da China.
Do investimento total fora da Europa, R$ 2,2 bilhões estão sendo aplicados no Brasil, conforme anunciado no ano passado.
No ranking das marcas mais vendidas este ano no mercado brasileiro, a Renault ocupa a 7ª posição, com 80 mil emplacamentos até outubro.

Projeto de Beto Richa combate obesidade ao ampliar informações sobre calorias em fast foods

Projeto de Beto Richa combate obesidade ao ampliar informações sobre calorias em fast foods

Mais de 20% da população brasileira sofre hoje os efeitos da obesidade. O dado faz parte da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, divulgada pelo Ministério da Saúde. Para combater essa situação, que aumenta o risco de diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, câncer e outras complicações, o deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) apresentou o projeto 5419/23 que obriga restaurantes e lanchonetes com mais de 20 unidades no país, em especial redes de fast food, a informar o valor calórico dos alimentos comercializados em todos os seus mecanismos de cardápio e de divulgação dos produtos.

Trata-se de uma prevenção já adotada por outros países e que teve efeitos positivos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a medida começou a ser adota em 2018. “Uma pesquisa da Universidade de Harvard concluiu que colocar no menu as informações calóricas dos itens pode levar a uma redução na quantidade que os clientes compram. Foi verificada uma diminuição no consumo de calorias durante dois anos em 104 unidades de uma franquia de restaurantes”, exemplifica Beto Richa.

Outra pesquisa, da Universidade de Washington, revelou que a porcentagem de pessoas entre 4 e 19 anos que consomem em fast foods caiu de 38,8% para 32,6%.

Beto Richa alerta que existe hoje uma tendência significativa de aumento da obesidade ao longo dos anos, o que representa um desafio significativo para a saúde pública no país. “Muitos alimentos, como os principalmente encontrados em lanchonetes e fast food, contém alto teor calórico advindo dos ingredientes e da maneira como são preparados”, destaca o deputado.

Esses produtos, como se pode facilmente constatar em qualquer cidade brasileira, vêm cada vez mais sendo consumidos por nossa população, que muitas vezes não consegue fazer suas refeições em casa. “Os estabelecimentos de comércio de alimentos são, portanto, parte importante do problema, e por isso mesmo merecem a chance de ser parte importante da solução”, reforça Beto Richa.

Medidas

A proposta de lei se aplica aos estabelecimentos pertencentes a redes de restaurantes, lanchonetes e assemelhados que contem com mais de vinte unidades no território nacional. Elas ficam obrigadas a informar o valor calórico, absoluto e a porcentagem da recomendação nutricional diária média, das refeições, porções ou itens postos à venda.

Isso precisará ser feito em todas as versões de seus cardápios, sejam na íntegra ou parciais, em meio físico ou digital; em todo material de divulgação, como cartazes, expositores, panfletos e cupons de desconto; e nas embalagens dos alimentos e bebidas.

Os estabelecimentos também deverão disponibilizar, mediante requisição, a descrição do método empregado para calcular as calorias dos alimentos.

O projeto está sendo analisado pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

Prorrogação da Lei Paulo Gustavo vai garantir aplicação de R$ 3,8 bi na Cultura, diz Beto Richa

Prorrogação da Lei Paulo Gustavo vai garantir aplicação de R$ 3,8 bi na Cultura, diz Beto Richa

Para garantir que estados e municípios consigam aplicar R$ 3,86 bilhões na área cultural, a Câmara aprovou nesta quarta-feira, com voto favorável do deputado Beto Richa (PSDB-PR), projeto que prorroga até dezembro de 2024 a utilização dos recursos da Lei Paulo Gustavo. A iniciativa visa reduzir os impactos da pandemia da Covid-19 no setor. O projeto (PLP 205/23) segue agora para sanção presidencial.

“Havia uma necessidade de prorrogar o prazo para utilização desses recursos, uma vez que a norma foi promulgada somente no segundo semestre 2022 e sua regulamentação demorou por parte do federal, o que inviabilizou o uso do dinheiro por estados e municípios. Só em maio deste ano a lei foi efetivada e o recurso liberado. É um dinheiro que já está garantido, e grande parte dele podia deixar de ser usado por falta de tempo para a aprovação de projetos de financiamento cultural”, explicou Beto Richa.

A Lei Paulo Gustavo destina R$ 2 bilhões para estados e R$ 1,8 bilhão para os municípios para aplicação no setor audiovisual e ações emergenciais no setor cultural. Esse recurso pode ser usado no apoio para reformas de salas de cinema, para o desenvolvimento de espaços artísticos e culturais, organizações culturais comunitárias e outras áreas que tenham sido afetadas pela pandemia. A lei, que é um socorro para a classe artística, recebeu esse nome em homenagem ao ator Paulo Gustavo, que morreu vítima da Covid-19.

NA CONSTRUÇÃO DA UNIDADE PELO BRASIL, BETO RICHA É ELEITO VICE-PRESIDENTE DO PSDB

NA CONSTRUÇÃO DA UNIDADE PELO BRASIL, BETO RICHA É ELEITO VICE-PRESIDENTE DO PSDB

O ex-governador Marconi Perillo (GO) foi eleito novo presidente nacional do partido; ele sucede o governador Eduardo Leite (RS)

Numa convenção que marcou a unidade do partido pela busca de uma nova alternativa para o Brasil, o PSDB elegeu o ex-governador do Paraná e deputado federal Beto Richa como vice-presidente nacional da legenda. O partido será presidido pelo ex-governador Marconi Perillo, de Goiás, que em seu discurso no evento já deu o tom dos próximos passos: “Somos oposição construtiva”.
“Ajudei a construir durante toda essa semana a unidade de nosso partido. E conseguimos. A nova direção, eleita por aclamação, está determinada em construir uma alternativa de poder não só para o país, mas também para Estados e municípios”, disse Beto Richa.
“A sociedade brasileira precisa caminhar unida para encontrar soluções para os problemas que ainda enfrentamos, sempre no rumo do desenvolvimento econômico e social e com respeito à democracia, que são os pilares básicos de nosso partido. Como oposição, seremos responsáveis. Apoiaremos o que for bom e rejeitaremos o que prejudique a população”, acrescentou.
O deputado lembrou ainda que o PSDB, em sua atuação no governo federal e nos Estados, mudou os rumos do país para melhor. “Isso é fato que não pode ser derrubado por nenhum argumento. Estabilizamos a economia, que vivia o caos da hiperinflação, situação semelhante à que vive a Argentina hoje”, lembrou Richa.
“Com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, implantamos o Plano Real, que salvou o Brasil de um desastre econômico e social. Aprovamos a Lei de Responsabilidade Fiscal, lançamos a base dos planos sociais que até hoje socorrem a população mais carente e ganhamos respeito do mundo na área da saúde, com o ministro José Serra. Botamos a ordem na casa”, afirmou Beto Richa.
Para o deputado e agora vice-presidente nacional do PSDB, essa união, tão trabalhada pelo bem do Brasil, relembra ensinamentos de seu pai, José Richa, que foi governador do Paraná e senador da República. “Tendo enfrentando com vigor a ditadura, ele sempre me dizia que uma oposição contribuía para a evolução do país. Mas uma oposição responsável, que respeite acima de tudo a democracia, e que tenha como foco a construção de um projeto político que possa, no governo, impulsionar o desenvolvimento do Brasil e a melhoria de vida do seu povo”, relembra o deputado.
Beto Richa ressaltou ainda o grande trabalho feito pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que presidiu a legenda na condução dessa transição dentro do partido e disse que ele se fortalece cada vez mais como referência nacional. “É um grande nome dentro da política nacional, com experiência e capacidade para enfrentar novos desafios para o bem do Brasil”, concluiu.

VEJA AQUI A NOVA DIREÇÃO DO PSDB
Presidente de Honra: Fernando Henrique Cardoso
• Presidente: Marconi Ferreira Perillo
• 1º Vice-Presidente: Paula Mascarenhas
• 2º Vice-Presidente: Duarte Nogueira
• Vice-Presidente: Eduardo Leite
• Vice-Presidente: Eduardo Riedel
• Vice-Presidente: Raquel Lyra
• Vice-Presidente: Beto Richa
• Vice-Presidente: Geovania de Sá
• Vice-Presidente: Marcos Vieira
• Secretário-Geral: Paulo Abi-Akel
• 1º Secretário: Pedro Cunha Lima
• 2º Secretário: Savio Neves
• Tesoureiro: Reinaldo Azambuja
• Tesoureiro Adjunto: Micheli Petri

Beto Richa vota a favor de política de incentivo ao hidrogênio verde

Beto Richa vota a favor de política de incentivo ao hidrogênio verde

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) votou, na última terça-feira, pela aprovação do projeto 2308/23 que inclui o hidrogênio de baixa emissão de carbono, o chamado hidrogênio verde, na matriz energética brasileira. A proposta institui uma certificação voluntária e incentivos federais tributários. Após passar pelo plenário da Câmara, o texto segue agora para análise do Senado.

Para o Beto Richa, a ampliação das fontes renováveis deve ser um compromisso de todos que defendem o respeito ao meio ambiente e a saúde da população mundial. “Já sentimos em todo o mundo os efeitos das mudanças climáticas e é urgente mudarmos nossa matriz energética, nos afastando cada vez mais dos combustíveis fósseis, que são muito poluentes, e ampliando o uso de fontes de baixa emissão de carbono”, afirmou o parlamentar.

Da produção mundial de hidrogênio em 2020, pouco mais de 10% foi efetuada com baixa emissão de carbono em função de sua captura em plantas industriais de fabricação de fertilizantes. Com essa nova política, a ideia é ampliar a produção do chamado hidrogênio verde, tornando a matriz energética do Brasil mais sustentável.

O projeto institui a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, que estabelece como princípios como: inserção competitiva do hidrogênio de baixa emissão de carbono na matriz energética brasileira para sua descarbonização; previsibilidade na formulação de regulamentos e na concessão de incentivos para expansão do mercado; aproveitamento racional da infraestrutura existente dedicada ao suprimento de energéticos; fomento à pesquisa e desenvolvimento do uso de hidrogênio de baixa emissão de carbono.

A produção de hidrogênio deve ser feita por empresa ou consórcio com sede e administração no Brasil com autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A proposta estende às empresas produtoras de hidrogênio de baixo carbono incentivos tributários previstos na Lei 11.488/07, concedendo suspensão de PIS, Cofins, PIS-Importação e Cofins-Importação na compra ou importação de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos novos e de materiais de construção destinados aos projetos de hidrogênio.