Beto Richa encontra Alckmin e diretores da Ubrabio para tratar de biocombustíveis

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) reuniu-se hoje (24) com o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e os diretores da Ubrabio (União Brasileira do Biodiesel), Donizete Tokarski e Carlos Eduardo Hammerschmidt.

O objetivo do encontro foi tratar da política nacional dos biocombustíveis, para reduzir a emissão de poluentes. Desde o último dia 1º, o nível de mistura no diesel subiu de 10% para 12% de biocombustível. O setor coloca-se também como instrumento para evitar novas altas de preços no mercado internacional de diesel.

“Uma das ideias é antecipar metas de acréscimo anual de um ponto percentual de biocombustível para conter os preços. Pelo acordo em vigor, até 2026 a mistura deve chegar a 15% no biodiesel”, destacou o deputado, que busca o equilíbrio entre sustentabilidade e preço justo para o consumidor final.

Como ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o vice-presidente Geraldo Alckmin tem conduzido os entendimentos para a modernização da política de biocombustíveis. O Paraná acompanha atentamente as discussões porque sedia duas das maiores plantas industriais de produção de biocombustíveis: a Potencial, na Lapa, e a BSBios, em Marialva. Ambas utilizam soja como matéria-prima.

Hoje, essas indústrias atuam com capacidade ociosa de produção, que em alguns casos chega a 50%. “Além do aspecto econômico de estímulo à produção, temos o benefício ambiental da redução na emissão de poluentes do diesel”, afirma Richa. “A mistura do biocombustível da soja produz menos poluição.”

Beto Richa destaca força do cooperativismo em evento em Brasília

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) participou na noite de terça do lançamento da Agenda Institucional do Cooperativismo, evento organizado pelo Sistema OCB, que contou com a participação de lideranças do setor, parlamentares e do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, entre outras autoridades. No evento foram divulgadas as pautas prioritárias das cooperativas junto aos Três Poderes.

Integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Beto Richa defende o fortalecimento do setor que vem impulsionando cada vez mais a economia brasileira.

“O cooperativismo no Brasil gera quase 500 mil empregos diretos. São 18,8 milhões de cooperados, em 4.880 cooperativas, que possuem hoje R$ 784 bilhões em ativos. No Paraná e no Brasil, estamos comprometidos com esse segmento”, destacou o deputado.

Resumo da Semana – 09 a 15 de Abril

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) apresentou nesta semana dois projetos de lei que passam a tramitar na Câmara. Um deles é o PL 1775/23, que tem o objetivo de ampliar a ajuda humanitária para pessoas de todo o mundo. O projeto modifica a legislação brasileira para acabar com a retenção de imposto dos valores que são recebidos por entidades que atuam nessa área. Hoje, entidades que recebem doações, como a Cruz Vermelha e a Médicos Sem Fronteira, estão sujeitas a alíquota padrão de 15% no caso de remessas ao exterior.

De acordo com estimativas da Consultoria da Câmara, o volume de doações arrecadadas no Brasil e enviadas ao exterior é da ordem de R$ 500 milhões por ano. Isso quer dizer que, desse valor, aproximadamente R$ 75 milhões são retidos em forma de imposto, dinheiro esse que poderia ser aplicado diretamente nos programas humanitários.

Outra proposta apresentada por Beto Richa foi o PLP 88/23, que permite que os Estados e o Distrito Federal sejam autorizados a instituir, por meio de lei, regras para o exercício e credenciamento de despachantes para atuação perante seus departamentos de trânsito. A proposta visa solucionar um embate que chegou ao Supremo Tribunal Federal, onde leis estaduais que definem critérios para a atuação de despachantes nos estados estão sendo questionadas e até mesmo invalidadas.

No plenário da Câmara dos Deputados, Beto Richa ajudou a aprovar o regime de urgência para a votação de diversas propostas, entre eles o projeto (PL 747/23) que facilita a contratação de médicos para atendimento em áreas indígenas. Nas comissões de Constituição e Justiça e de Minas e Energia o deputado votou a favor de requerimentos para a realização de audiências públicas e também analisou e votou uma série de projetos, como o que cria a Política Nacional de Incentivo à Produção de Café de Qualidade.

Beto Richa ainda recebeu em seu gabinete prefeitos e vereadores do Paraná, dirigentes de hospitais filantrópicos e representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

Em passagem por Londrina, o deputado visitou a 61ª ExpoLondrina onde participou, como convidado, da Assembleia Itinerante, promovida pela Alep e visitou os stands do evento. Ainda em sua cidade natal, reuniu-se com lideranças do PSDB de Londrina e região, conversou com diversos meios de comunicação da região e visitou o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati. 

Projeto de Beto Richa autoriza estados a definir critérios para credenciamento de despachantes

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) apresentou projeto (PLP 88/23) para permitir que os Estados e o Distrito Federal sejam autorizados a instituir, por meio de lei, regras para o exercício e credenciamento de despachantes para atuação perante seus departamentos de trânsito. A proposta visa solucionar um embate que chegou no Supremo Tribunal Federal, onde leis estaduais que definem critérios para a atuação de despachantes nos estados estão sendo questionadas e até mesmo invalidadas.

Com a aprovação do projeto, ficará claro que a União passa a permitir aos estados legislar nessa área. “O sistema de administração do trânsito no Brasil é descentralizado, com boa parte das atribuições sendo de competência dos estados. Contudo, a Constituição estabelece como competência privativa da União legislar sobre direito do trabalho e condições gerais para o exercício de profissões. Nosso projeto busca regulamentar essa questão com relação aos despachantes e acabar com entendimentos jurídicos que tem prejudicado a atuação dessa categoria e também a população”, explica Beto Richa.

Os despachantes atuam como intermediários entre os proprietários de veículos e os órgãos governamentais de trânsito, orientando e prestando suporte para a realização de procedimentos legais, como a transferência de propriedade de veículos, a renovação de licenças, o registro de veículos, entre outros.

“Muitas vezes os trâmites legais envolvendo veículos podem ser complexos, exigindo conhecimentos específicos sobre a legislação de trânsito e seus procedimentos. Nesse cenário, os despachantes contribuem com os órgãos governamentais responsáveis pela regularização dos mais diversificados veículos automotores, resultando em economia com gastos operacionais, estrutura física e pessoal necessário para prestar serviços à população”, reforça Beto Richa no projeto.

Em diversos estados, a parcela de serviços prestados diretamente pelos despachantes de trânsito chega a ser superior aos prestados pelos órgãos executivos de trânsito. No Estado do Paraná, por exemplo, a frota de veículos registrados supera oito milhões. Desse universo, grande parte se utiliza dos serviços dos despachantes.

“É fundamental que a regulamentação das atividades dos despachantes seja aperfeiçoada e esteja em consonância com as realidades regionais. E para isso precisamos permitir que os Estados possam aprovar leis sobre esse tema”, finaliza o deputado.

Projeto de Beto Richa acaba com retenção de imposto em doações humanitárias

Com objetivo de ampliar a ajuda humanitária para pessoas de todo o mundo, o deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) apresentou projeto (PL 1775/23) que modifica a legislação brasileira para acabar com a retenção de imposto dos valores que são recebidos por entidades que atuam nessa área. Hoje, entidades que recebem doações, como a Cruz Vermelha e a Médicos Sem Fronteiras, estão sujeitas a alíquota padrão de 15% no caso de remessas ao exterior.

“Consideramos fundamental estimular que residentes no Brasil realizem doações com objetivo de ajuda humanitária. Diversas organizações com décadas de atuação nessa área podem ser beneficiadas com a aprovação desse projeto, ampliando ainda mais os atendimentos para pessoas atingidas por desastres, fome, epidemias, guerras e outras situações”, afirma Beto Richa.

De acordo com estimativas da Consultoria da Câmara, o volume de doações arrecadadas no Brasil e enviadas ao exterior é da ordem de R$ 500 milhões por ano. Isso quer dizer que, desse valor, aproximadamente R$ 75 milhões são retidos em forma de imposto, dinheiro esse que poderia ser aplicado diretamente nos programas humanitários. “O valor total arrecadado no país é ainda maior, mas parte considerável dos recursos é aplicada em projetos em nosso próprio território”, explica o deputado.

A proposta de Beto Richa altera a Lei nº 13.315, de 20 de julho de 2016, para dispor que não se sujeitam à retenção na fonte do imposto sobre a renda as remessas efetuadas por pessoas físicas residentes no País a entidades internacionais sem fins lucrativos, diretamente ou por intermédio de suas representações no Brasil, para fins de ajuda humanitária.

Pelo projeto, ficam automaticamente credenciadas junto a Receita Federal para não serem mais sujeitas a retenção do imposto sobre a renda a Organização das Nações Unidas (ONU), bem como seus escritórios, agências e representações que atuam com ajuda humanitária; a Cruz Vermelha Internacional, bem como sua representação brasileira; a Cáritas Internacional, e sua representação brasileira; a World Vision Internacional e a Visão Mundial Brasil; a Médico Sem Fronteiras (MSF) e sua representação brasileira; e a Oxfam e sua representação no Brasil.

Para as demais entidades interessadas em receber o benefício, a Secretaria Especial da Receita Federal promoverá o credenciamento e decidirá quais serão aptas a receber tais remessas sem incidência do imposto.

Para se ter uma ideia da importância dessas entidades, o trabalho da ONU com ajuda humanitária atendeu, em 2020, mais de 97 milhões de pessoas em 58 países, com um orçamento total de US$ 28 bilhões. Já a Cruz Vermelha Internacional forneceu, em 2021, assistência a mais de 160 milhões de pessoas em 60 países por meio de um apelo humanitário global de cerca de US$ 3,4 bilhões.

Já a Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua em mais de 70 países ao redor do mundo, presta assistência médica de emergência em situações de crise, como conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição e exclusão social. Em 2020, a MSF Brasil arrecadou cerca de R$ 311 milhões em doações no país para projetos humanitários.

Segundo dados divulgados na apresentação do projeto Global Humanitarian Overview de 2023, coordenado pela ONU, em 2022 cerca de 274 milhões de pessoas necessitaram de ajuda humanitária, o que representou um aumento de dezessete por cento em relação ao ano anterior. Em 2023, as estimativas da entidade dão conta de que este número é da ordem de 339 milhões de pessoas, o que representa, para dar um exemplo, mais do que a população dos Estados Unidos e representa aproximadamente uma em cada vinte e três pessoas do planeta necessitando de auxílio.

 

Beto Richa diz que reforma tributária é inadiável

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) é um dos parlamentares que estão acompanhando de perto as negociações sobre a reforma tributária. Na avaliação dele, trata-se de um tema urgente para o país e que precisa ser enfrentado sem novos adiamentos.

Tramitam hoje no Congresso a PEC 110/2019, a PEC 45/2019 e outras propostas que tratam desse assunto. Um grupo de trabalho foi formado na Câmara para analisar as propostas antes de levar a matéria para votação. “Não é uma discussão simples. Envolve interesses da União, dos Estados, dos municípios e de diversos setores da economia. Mas precisamos encarar esse debate e fazer a reforma”, defende Beto Richa.

De acordo com o deputado, a reforma deve levar em conta um ponto específico e essencial para que dê certo. “É urgente a simplificação do sistema tributário, que hoje envolve um emaranhado de burocracia. E nessa linha está em discussão a unificação de impostos. Isso, sem dúvida, vai facilitar a vida do cidadão e das empresas. Também terá reflexo direto no combate à sonegação”, afirmou.

Hoje, com os diversos impostos, muitos contribuintes acabam escolhendo qual irão pagar de pronto e quais podem deixar para depois. Segundo Beto Richa, essa situação tem reflexo direto na arrecadação e, com um imposto unificado, esse cenário tende a melhorar.

“Mas também precisamos levar em conta que essa reforma não pode, de maneira alguma, aumentar impostos. Em resumo, o primeiro passo é simplificar, tornar o sistema mais ágil e funcional, reduzindo os enormes custos que a burocracia atual acarreta. Na sequência também entraremos nos ajustes necessários para garantir o que chamamos de justiça tributária”, resumiu.

 

Resumo da Semana – 26/03 a 01/04

Em uma semana muito movimentada em Brasília com a realização da Marcha dos Prefeitos e discussões em torno do novo arcabouço fiscal e da reforma tributária, o deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) participou de diversas reuniões onde recebeu as reivindicações dos prefeitos do Paraná e também de encontros com parlamentares e com a bancada do PSDB para tratar de propostas votadas nesta semana e de outras matérias previstas para entrar na pauta no mês de abril.

Na Comissão de Minas e Energia da Câmara, Beto Richa conseguiu aprovar pedido de sua autoria para a realização de audiência pública com o objetivo de debater a revisão do Tratado de Itaipu entre Brasil e Paraguai. Essa revisão pode alterar as regras sobre a compra e venda de energia gerada pela usina de Itaipu e vem sendo acompanhada de perto pelos parlamentares.

“Pelo tratado, o Brasil tem direito a 50% dos 14 mil MW de potência da usina, e compra cerca de 30% do Paraguai, pelo mesmo preço, já que o país não tem demanda para toda a energia que a hidrelétrica dispõe. A revisão pode afetar essa prioridade de compra do Brasil, o que pode fazer com que o país tenha que pagar mais caro pela energia. Precisamos acompanhar de perto os detalhes dessa negociação entre os dois países. Nossa intenção é garantir a redução de tarifas para os consumidores”, explicou o deputado.

No plenário da Câmara, Beto Richa votou a favor da medida provisória (MP 1145/22) que reduz de R$ 207,34 para R$ 90,09 o valor da taxa de serviço metrológico do Inmetro a ser paga pelos proprietários de veículos do setor de transportes e por caminhoneiros que transportem carga com peso acima de 4,5 toneladas. “A redução dessa taxa vai beneficiar milhares de caminhoneiros e empresas de transporte que já enfrentam a alta do custo de combustíveis e outros insumos”, afirmou Beto Richa.

Outra proposta que recebeu o apoio de Beto Richa foi a MP 1151/22, que permite aos concessionários de gestão de florestas públicas aproveitarem créditos de carbono por manter a floresta em pé. Segundo o texto, também poderão ser incluídas na concessão a exploração de produtos e de serviços florestais não madeireiros, como serviços ambientais e acesso ao patrimônio genético ou conhecimento tradicional associado para fins de conservação, de pesquisa, de desenvolvimento e de bioprospecção.

Na última semana, Beto Richa também passou a ingressar oficialmente a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Ele participou de evento com os com os presidentes da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), e do Instituto Pensar Agro, ex-deputado Nilson Leitão. Para o deputado, a defesa desse setor que é responsável pelo suporte de nossa economia é de fundamental importância para o desenvolvimento do Brasil. “Como prefeito de Curitiba e governador do Paraná sempre atuei para apoiar esse setor e agora na Câmara dos Deputados vamos dar continuidade a esse trabalho”, disse o deputado.

Em reunião da bancada federal do Paraná com prefeitos paranaenses que estavam em Brasília participando da Marcha dos Prefeitos, Beto Richa recebeu a pauta de matérias de interesse municipalista. No evento, o deputado também foi reconhecido publicamente pelos presentes pelo trabalho que realizou como governador do Estado. “Junto com a bancada federal ouvi as reivindicações organizadas pela Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e reafirmei, agora como deputado federal, meu compromisso com o municipalismo. Continuamos juntos!”, disse.

Beto Richa ainda recebeu em seu gabinete vereadores do Paraná, dirigentes de hospitais filantrópicos e representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

A pedido de Beto Richa, comissão vai debater revisão do Tratado de Itaipu

A Comissão de Minas e Energia da Câmara aprovou nesta quarta-feira (29) pedido do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) para a realização de audiência pública com o objetivo de debater a revisão do Tratado de Itaipu entre Brasil e Paraguai. Essa revisão pode alterar as regras sobre a compra e venda de energia gerada pela usina de Itaipu e vem sendo acompanhada de perto pelos parlamentares.

“A Itaipu produz em torno de 8,4% do total da energia consumida no Brasil e quase 85,6% da paraguaia. Pelo tratado, o Brasil tem direito a 50% dos 14 mil MW de potência da usina, e compra cerca de 30% do Paraguai, pelo mesmo preço, já que o país não tem demanda para toda a energia que a hidrelétrica dispõe. A revisão pode afetar essa prioridade de compra do Brasil, o que pode fazer com que o país tenha que pagar mais caro pela energia. Precisamos acompanhar de perto os detalhes dessa negociação entre os dois países, que se dará a partir em agosto desse ano, até porque nossa intenção é garantir a redução de tarifas para os consumidores”, explicou Beto Richa.

Para a audiência, que ainda terá a data confirmada, serão convidados o diretor-geral do lado brasileiro da usina Itaipu Binacional, Enio Verri, o ex-presidente da Aneel, André Pepitone, e representantes dos ministérios das Relações Exteriores e de Minas e Energia.

O chamado Anexo C do Tratado de Itaipu estabelece as condições de comercialização da energia gerada na hidrelétrica binacional. Com seu vencimento em 2023, torna-se fundamental definir se o Paraguai continuará cedendo a energia ao Brasil ou se prefere ter alternativas, como a venda no mercado livre, ou fomentar a instalação de indústrias eletrointensivas.
O Ministério das Relações Exteriores será o responsável pela discussão do tema, juntamente com o grupo de trabalho organizado para dar suporte à negociação, criado através da Portaria 124, de 12 de fevereiro de 2019, pelo Ministério das Minas e Energia.

O Tratado de Itaipu, assinado em 1973 por Brasil e o Paraguai, trata sobre o aproveitamento hidrelétrico dos recursos hídricos do Rio Paraná, pertencentes aos dois países. Depois de um longo processo de discussão, ocorrido desde a década de 1960, seu objetivo principal foi a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

 

Beto Richa vota a favor de MP que reduz valor de taxa para caminhoneiros

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) votou, na noite de terça-feira, a favor da medida provisória (MP 1145/22) que reduz de R$ 207,34 para R$ 90,09 o valor da taxa de serviço metrológico do Inmetro a ser paga pelos proprietários de veículos do setor de transportes e por caminhoneiros que transportem carga com peso acima de 4,5 toneladas. Aprovada na Câmara, a matéria segue agora para a análise do Senado.

Essa taxa se refere à inspeção anual dos cronotacógrafos, que precisa ser feita por órgãos credenciados ao Inmetro, para aferir o funcionamento desses aparelhos que medem a velocidade, o tempo de viagem e a distância percorrida.

“A redução dessa taxa vai beneficiar milhares de caminhoneiros e empresas de transporte que já enfrentam a alta do custo de combustíveis e outros insumos”, afirmou Beto Richa. A taxa de R$ 207,34 vinha sendo cobrada em todas as inspeções anuais. A partir da aprovação da MP esse valor só valerá para a primeira. Nos anos seguintes será de R$ 90,09.

“Isso dará um alívio para os caminhoneiros e os condutores de passageiros com mais de dez lugares”, reforçou Beto Richa.

 

Beto Richa vai atuar na Frente Parlamentar da Agropecuária

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) vai passar a atuar na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Na última terça-feira, ele participou de evento com os presidentes da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), e do Instituto Pensar Agro, ex-deputado Nilson Leitão, quando ingressou oficialmente na frente.

Para Beto Richa, a defesa desse setor, que é responsável pelo suporte de nossa economia, é de fundamental importância para o desenvolvimento do Brasil. “Como governador do Paraná sempre atuei para apoiar esse setor e agora, na Câmara dos Deputados, vamos dar continuidade a esse trabalho”, disse o deputado.

O objetivo da FPA é estimular a ampliação de políticas públicas para o desenvolvimento do agronegócio nacional. Dentre as prioridades atuais estão a modernização da legislação trabalhista, fundiária e tributária.

Nos últimos anos, a Frente Parlamentar tem se destacado nos trabalhos do Congresso Nacional. De composição pluripartidária e reunindo mais de 200 parlamentares, a bancada tem sido um exemplo de grupo bem sucedido. É considerada a mais influente nas discussões, articulações e negociações de políticas públicas no âmbito do Poder Legislativo.

Resumo da Semana – 19 a 25/03

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) apresentou nesta semana requerimento para realização de uma audiência pública na Câmara para discutir a revisão do Tratado de Itaipu, que deve ocorrer em agosto desse ano e pode ter reflexos no preço da energia comprada pelo Brasil do Paraguai e nas tarifas pagas pelo consumidor. Na Comissão de Minas e Energia da Casa, ele também defendeu que os parlamentares precisam acompanhar de perto o processo. Ainda apoiou uma proposta de criação de uma subcomissão sobre o tema.

No plenário da Câmara, Beto Richa ajudou a aprovar projeto (PL 1604/22) que determina a concessão sumária de medidas protetivas de urgência às mulheres a partir da denúncia a qualquer autoridade policial ou por meio de alegações escritas. A proposta segue para sanção presidencial. Na avaliação dele, trata-se de uma medida de extrema necessidade. “As mulheres vítimas de violência e ameaças precisam de proteção imediata para que se evite tragédias como as que assistimos rotineiramente. É uma lei que vai salvar vidas e que protege não só as mulheres, mas suas famílias”, destacou o parlamentar.

Beto Richa também votou a favor de proposta (PL 636/23) que obriga os municípios a elaborarem anualmente programa de contenção de construções irregulares em áreas de risco, com definição de alternativas habitacionais seguras. O texto segue agora para análise do Senado. Outro projeto (PL 2419/21) aprovado nesta semana institui a Semana Nacional do Uso Consciente da Água. A data será celebrada anualmente no mês de março.

Em seu gabinete, em Brasília, o deputado recebeu o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), juiz Frederico Mendes Júnior, e o presidente da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), juiz Jederson Suzin. Na pauta projetos de interesse da magistratura. Também se reuniu com a presidente do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal de Curitiba (Sigmuc), Regiane Soldani, e o presidente da Federação Nacional dos Sindicatos dos Servidores das Guardas Municipais (Fenaguardas),

O deputado recebeu ainda prefeitos e vereadores do Paraná, dirigentes de hospitais filantrópicos e representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

 

Beto Richa defende criação de subcomissão para acompanhar revisão do Tratado de Itaipu

A Câmara dos Deputados precisa acompanhar de perto o processo de revisão do Tratado de Itaipu, que acontece neste ano. A defesa foi feita nesta quarta-feira pelo deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) durante reunião da Comissão de Minas e Energia. O colegiado deve votar na próxima semana a criação de uma subcomissão para acompanhar o assunto.

Beto Richa ressaltou a importância do tema e também adiantou que vai propor a realização de uma audiência pública para debater a revisão do tratado. “Nós temos esse ano o vencimento do acordo de 50 anos da Usina de Itaipu, que está em território paranaense. Ao longo de todo esse período foi a hidrelétrica que mais gerou energia no mundo. O Brasil fica hoje com 50% da energia gerada pela usina e compra 30% do excedente de energia do Paraguai. A preocupação é que Brasil possa ser exclusivamente o adquirente dessa energia de maneira mais barata e, consequentemente, gerando aos consumidores uma redução significativa da tarifa”, afirmou Beto Richa.

Em agosto de 2023, Brasil e Paraguai terão que sentar à mesa para revisar os termos do Tratado de Itaipu. Entre os assuntos mais sensíveis estão a redução de custos da usina, a queda do preço da tarifa para a venda da energia e a exclusividade do Brasil para a compra do excedente que não é utilizado pelo país vizinho.

O Ministério das Minas e Energia já concluiu seus estudos e repassou as informações para o Ministério das Relações Exteriores, que vai atuar nas negociações entre os dois países. Os parceiros vão discutir a revisão do Anexo C, parte do acordo que trata dos termos financeiros e de parâmetros para a geração e comercialização de energia do empreendimento.

A Itaipu produz 8,4% do total da energia consumida no Brasil e 88,5% da usada pelo Paraguai.