CCJ aprova relatório de Beto Richa que permite Vigilância Sanitária firmar termos de compromisso

CCJ aprova relatório de Beto Richa que permite Vigilância Sanitária firmar termos de compromisso

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira (20) relatório do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) favorável ao projeto (PL 4573/19) que permite que os integrantes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) celebrem termo de compromisso com os infratores às normas de saúde pública. A proposta, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), tem o objetivo de promover a resolução negociada de conflitos, impedir a continuidade de uma situação de ilegalidade, reparar o dano e promover a adequação da conduta às exigências legais ou normativas.

“Com a celebração de termos de compromisso entre órgãos de vigilância sanitária e infratores, a sociedade tende a ganhar, pois, sem perder seu dever fiscalizatório e o seu poder de polícia, o Estado evita a adoção de medidas iniciais excessivamente gravosas que em nada contribuiriam para o resguardo da saúde da população e, muitas vezes, prejudicariam os prestadores de serviço e, indiretamente, a coletividade”, afirmou Beto Richa, ressaltando a importância da iniciativa do senador José Serra.

Como já foi aprovada no Senado, a proposta vai passar pela elaboração e votação da redação final na CCJ e depois segue para a sanção presidencial.

Pelo projeto, o requerimento de celebração de termo de compromisso conterá as informações necessárias à verificação de sua viabilidade técnica e jurídica, sob pena de indeferimento. A partir da apresentação de requerimento escrito e protocolizado nos órgãos competentes do SNVS, e caso firmado termo de compromisso, ficará suspensa a aplicação de sanções administrativas, como multas, excetuando-se aquelas que tenham caráter preventivo e cautelar. No entanto, o termo pode ser anulado quando descumprida qualquer de suas cláusulas, ressalvado o caso fortuito ou de força maior.

Apesar de já existirem exemplos de utilização do termo de compromisso, principalmente em ações conjuntas com o Ministério Público, ainda não há previsão legal expressa para o seu uso. Com a aprovação do projeto, fica preenchida essa lacuna legal que priva o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária da utilização, de forma plena, de um instrumento mais moderno, de caráter corretivo, ao invés de meramente punitivo, que poderá dar maior efetividade às ações de controle e fiscalização dos serviços e produtos que envolvem risco à saúde da população.

Resumo da Semana – 11 a 17/06

Resumo da Semana – 11 a 17/06

 

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) teve uma semana de intensa movimentação em Brasília com a votação de projetos, aprovação de emendas de sua autoria e apresentação de projeto. Em seu gabinete, ele também recebeu prefeitos, vereadores e representantes de entidades.

No Senado foi aprovada a medida provisória (MP 1162/23) que recria o programa Minha Casa, Minha Vida. Duas sugestões do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) que ampliam a abrangência dessa política pública foram incorporadas ao texto. As emendas apresentadas pelo parlamentar permitem que as Companhias Habitacionais (Cohabs) atuem dentro do programa e assim ampliem o leque de pessoas atendidas. A matéria segue agora para sanção presidencial.

“Essas mudanças permitirão mais investimentos em moradias para famílias de baixa renda e impulsionarão projetos em cidades menores. Além disso, as famílias terão acesso a crédito mais barato e prazos maiores para pagamento. Sei bem da importância da casa própria, afinal fui o governador que mais construiu moradias no Paraná. Uma vitória para quem sonha com a casa própria, para o setor da habitação e para a geração de empregos”, comemora Beto Richa.

Na Câmara, Beto Richa ajudou a aprovar o projeto (PL 4438/21) que estabelece medidas protetivas a serem decretadas pelo juiz no caso de violência ou da iminência dela contra idosos e pessoas com deficiência. A proposta segue agora para votação final no Senado.

“É mais uma proteção que estamos dando para essas pessoas que, lamentavelmente, convivem com situações de vulnerabilidade e por muitas vezes são vítimas de violência e ameaças. Em muitos casos, essa situação ocorre no seio das famílias”, ressaltou o deputado.

Beto Richa também apresentou projeto (PL 3009/2023) que permite ao consumidor solicitar a suspensão temporária do plano ou seguro privado de assistência à saúde. A medida visa atender pessoas que necessitam dar uma pausa no pagamento das mensalidades, seja por motivo de viagens longas a regiões onde não há cobertura de seu plano, ou mesmo por questões de dificuldade financeira.

Pelo projeto, fica estabelecido que essa suspensão poderá ser solicitada pelo prazo de 180 dias. Após esse período, o usuário tem o direito de requisitar o restabelecimento do plano, sem qualquer tipo de carência ou qualquer outro custo.

Na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara o deputado apoiou a aprovação do projeto (PL 5826/19) que inclui a inovação e o desenvolvimento tecnológico entre as diretrizes a serem observadas na formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar. E na Comissão de Minas e Energia votou a favor de requerimentos de audiência pública para discutir a Tarifa Social de Energia Elétrica e o Programa Luz Para Todos.

Beto Richa ajuda a aprovar medidas protetivas para idosos e pessoas com deficiência

Beto Richa ajuda a aprovar medidas protetivas para idosos e pessoas com deficiência

Com voto favorável do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR), a Câmara aprovou, na última terça-feira, projeto (PL 4438/21) que estabelece medidas protetivas a serem decretadas pelo juiz no caso de violência ou da iminência dela contra idosos e pessoas com deficiência. A proposta segue agora para votação final no Senado.

“É mais uma proteção que estamos dando para essas pessoas que, lamentavelmente, convivem com situações de vulnerabilidade e por muitas vezes são vítimas de violência e ameaças. Em muitos casos, essa situação ocorre no seio das famílias”, ressaltou Beto Richa.

O projeto, de autoria da ex-senadora e atual ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), lista medidas protetivas semelhantes às constantes da Lei Maria da Penha, relativa à violência contra a mulher. A proposta muda os estatutos do Idoso e das Pessoas com Deficiência.

Além do Ministério Público e do ofendido, a Defensoria Pública também poderá pedir ao juiz a aplicação de medidas protetivas. Tanto os idosos quanto as pessoas com deficiência que tenham sofrido violência ou que estejam na iminência de sofrê-la deverão ser atendidos com prioridade pelo delegado, que comunicará de imediato ao juiz para que ele decida, em 48 horas, se adotará ou não essas medidas.

Com emendas de Beto Richa, Minha Casa, Minha Vida segue para sanção presidencial

Com emendas de Beto Richa, Minha Casa, Minha Vida segue para sanção presidencial

O plenário do Senado aprovou na terça-feira (13) a medida provisória (MP 1162/23) que recria o programa Minha Casa, Minha Vida. Duas sugestões do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) que ampliam a abrangência dessa política pública foram incorporadas ao texto. As emendas apresentadas pelo parlamentar permitem que as Companhias Habitacionais (Cohabs) atuem dentro do programa e assim ampliem o leque de pessoas atendidas. A matéria segue agora para sanção presidencial.

Uma das sugestões de Beto Richa incorporadas ao texto da medida provisória permite que estados e municípios com fundos de habitação operantes recebam recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e com isso invistam mais em moradias para pessoas de baixa renda e obtenham retorno do investimento para viabilizar novas moradias. Isso vai impulsionar projetos em cidades com menos de 80 mil habitantes, que representam mais de 90% do total dos 5.568 municípios espalhados pelo País.

“Essas mudanças permitirão mais investimentos em moradias para famílias de baixa renda e impulsionarão projetos em cidades menores. Além disso, as famílias terão acesso a crédito mais barato e prazos maiores para pagamento. Sei bem da importância da casa própria, afinal fui o governador que mais construiu moradias no Paraná. Uma vitória para quem sonha com a casa própria, para o setor da habitação e para a geração de empregos”, comemora Beto Richa.

Outra proposta feita pelo parlamentar concede regime especial de tributação para as companhias de habitação e agentes públicos desenvolverem projetos habitacionais. Acatada parcialmente, a emenda tem o objetivo de permitir que as Cohabs contem com mais recursos para investir em projetos habitacionais para a população de baixa renda.

Segundo o texto aprovado, serão três faixas de renda de beneficiados. Nas áreas urbanas, a faixa 1 destina-se a famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640; a faixa 2 vai até R$ 4,4 mil; e a faixa 3 até R$ 8 mil.

Em áreas rurais, os valores são equivalentes, mas contados anualmente devido à sazonalidade do rendimento nessas áreas. Assim, a faixa 1 abrangerá famílias com até R$ 31.680,00 anuais; a faixa 2 vai até R$ 52.800,00; e a faixa 3, até R$ 96 mil. A atualização dos valores poderá ser feita por ato do Ministério das Cidades, pasta que coordenará o programa.

Projeto de Beto Richa permite que consumidor suspenda temporariamente planos de saúde

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) apresentou projeto (PL 3009/2023) que permite ao consumidor solicitar a suspensão temporária do plano ou seguro privado de assistência à saúde. A medida visa atender pessoas que necessitam dar uma pausa no pagamento das mensalidades, seja por motivo de viagens longas a regiões onde não há cobertura de seu plano, ou mesmo por questões de dificuldade financeira.

Pelo projeto, fica estabelecido que essa suspensão poderá ser solicitada pelo prazo de 180 dias. Após esse período, o usuário tem o direito de requisitar o restabelecimento do plano, sem qualquer tipo de carência ou qualquer outro custo. A proposta também estabelece que essa parada no pagamento das mensalidades só poderá ser requisitada de dois em dois anos.

“São diversas situações no cotidiano dos consumidores em que há necessidade de suspensão temporária do plano de saúde. Dificuldades financeiras, uma mudança de emprego, ou mesmo o desemprego. Uma viagem longa para região não coberta pelo plano e até a necessidade de paralisação em virtude de curso ou trabalho no exterior. Essas situações justificam um intervalo no pagamento das mensalidades com a correspondente interrupção da utilização da assistência à saúde”, explica Beto Richa.

O deputado explica ainda que pausas nos contratos já são admitidas em outros serviços essenciais, como de telecomunicações, água e energia elétrica. Nesse sentido, nada mais justo do que permitir essas suspensões também com relação aos planos de saúde.

A iniciativa de Beto Richa altera a Lei nº 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde.

“Na legislação atual só é admitida a interrupção ou a rescisão por iniciativa da operadora em casos de fraude ou inadimplemento e, ainda assim, desde que não haja internação em curso. Não há previsão de pausa temporária do contrato por decisão do consumidor. Desse modo, só resta ao usuário duas alternativas: pagar as mensalidades ou rescindir o plano. Nosso projeto amplia o direito dos usuários do plano”, destaca o deputado.

Resumo da Semana – 4 a 10/06

O deputado federal Beto Richa (PSDB) se empenhou na última semana para a aprovação da medida provisória (MP 1162/23) de recriação do programa Minha Casa, Minha Vida, que incorporou duas sugestões de sua autoria que ampliam a abrangência dessa política pública. As emendas apresentadas pelo parlamentar permitem que as Companhias Habitacionais (Cohabs) atuem dentro do programa e assim ampliem o leque de pessoas atendidas.

“Essas mudanças permitirão mais investimentos em moradias para famílias de baixa renda e impulsionarão projetos em cidades menores. Além disso, as famílias terão acesso a crédito mais barato e prazos maiores para pagamento. Uma vitória para o setor da habitação e para a geração de empregos”, afirmou Beto Richa.

Também em votação no plenário da Câmara, o deputado ajudou a aprovar o regime de urgência para a análise do projeto de lei (PL 9.543/2018) que cria a tarifa social de água e esgoto para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa.

Na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Beto Richa também apoiou a aprovação do projeto (PL 3077/15) que determina que o SUS atualize periodicamente o rol de exames da triagem neonatal e o projeto (PL 2428/15) que altera a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) para prever a criação de programas de amparo a idosos, a pessoas com deficiência e a pessoas com doenças crônicas que necessitem de cuidados de longa duração.

Câmara aprova MP do Minha Casa, Minha Vida com emendas de Beto Richa

Câmara aprova MP do Minha Casa, Minha Vida com emendas de Beto Richa

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (07) a medida provisória que recria o programa Minha Casa, Minha Vida, incorporando duas sugestões do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR). As emendas de Richa ampliam a abrangência do Minha Casa, Minha Vida.
Elas permitem que as Companhias Habitacionais (Cohabs) atuem dentro do programa e assim ampliem o leque de pessoas atendidas. A matéria segue agora para a análise do Senado.

Uma das sugestões de Beto Richa incorporadas ao texto da medida provisória permite que Estados e municípios com fundos de habitação operantes recebam recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e com isso invistam mais em moradias para pessoas e baixa renda e obtenha retorno do investimento para viabilizar novas moradias. Isso vai impulsionar projetos em cidades com menos de 80 mil habitantes, que representam mais de 90% do total dos 5.568 municípios espalhados pelo País.

“Com a aceitação de nossas sugestões, as famílias que hoje não conseguem ser atendidas pelos bancos, por terem seus cadastros rejeitados, passam a ter acesso, por meio das cooperativas habitacionais, ao crédito mais barato. Outra vantagem é que terão um prazo maior para o pagamento e assim realizar o sonho da casa própria. Ao mesmo tempo incentivamos a expansão do setor da construção civil, o que também representa grande geração de empregos”, explica Beto Richa.

Outra proposta feita pelo parlamentar concede regime especial de tributação para as companhias de habitação e agentes públicos desenvolverem projetos habitacionais. Acatada parcialmente, a emenda tem o objetivo de permitir que as Cohabs contem com mais recursos para investir em projetos habitacionais para a população de baixa renda.

Segundo o texto aprovado, serão três faixas de renda de beneficiados. Nas áreas urbanas, a faixa 1 destina-se a famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640; a faixa 2 vai até R$ 4,4 mil; e a faixa 3 até R$ 8 mil.

Em áreas rurais, os valores são equivalentes, mas contados anualmente devido à sazonalidade do rendimento nessas áreas. Assim, a faixa 1 abrangerá famílias com até R$ 31.680,00 anuais; a faixa 2 vai até R$ 52.800,00; e a faixa 3, até R$ 96 mil. A atualização dos valores poderá ser feita por ato do Ministério das Cidades, pasta que coordenará o programa.

 

 

Comissão aprova emendas de Beto Richa que ampliam abrangência do Minha Casa, Minha Vida

A Comissão Mista do Congresso Nacional aprovou na última quinta-feira duas sugestões do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) que ampliam a abrangência da medida provisória (MP 1162/23) que recria o programa Minha Casa, Minha Vida. As emendas apresentadas pelo parlamentar permitem que as Companhias Habitacionais (Cohabs) atuem dentro do programa e assim ampliem o leque de pessoas atendidas.

Uma das sugestões de Beto Richa incorporadas ao texto da medida provisória permite que estados e municípios com fundos de habitação operantes recebam recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e com isso invistam mais em moradias para pessoas e baixa renda e obtenha retorno do investimento para viabilizar novas moradias. Isso vai impulsionar projetos em cidades com menos de 50 mil habitantes, que representam 87% do total dos 5.568 municípios espalhados pelo País.

“Dessa maneira será possível oferecer crédito mais barato para as famílias que hoje não conseguem ser atendidas pelos bancos por terem seus cadastros rejeitados. Além do crédito mais barato, elas poderão ter um prazo maior para o pagamento e outras condições”, afirma Beto Richa.

Outra sugestão do parlamentar concede isenção de tributos federais para as companhias de habitação e agentes públicos desenvolverem projetos habitacionais. Acatada parcialmente, a emenda tem o objetivo de permitir que as Cohabs contem com mais recursos para investir em projetos habitacionais para a população de baixa renda.

A medida provisória do Minha Casa, Minha Vida ainda precisa ser aprovada pelos plenários da Câmara e do Senado.

 

Resumo da Semana – 28/05 a 03/06

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) participou de diversas votações importantes nesta semana em Brasília. Na Câmara dos Deputados, ele ajudou a aprovar a medida provisória que ampliou o Bolsa Família, que terá o valor mínimo de R$ 600 e um adicional de R$ 150 para famílias com crianças de zero a seis anos.

Além disso, o deputado votou a favor do projeto que estabelece obrigações para empresas causadoras de desastres e da medida provisória que reorganizou a estrutura do governo federal.

Beto Richa também presidiu audiência pública na Comissão de Minas e Energia que debateu as negociações entre Brasil e Paraguai para a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu. Durante o evento, os parlamentares decidiram formar um grupo para acompanhar de perto as discussões entre os dois países, já que a revisão do tratado atinge diretamente a questão financeira da Usina de Itaipu.

“Com o grupo que estamos formando vamos promover um estreitamento com todos os envolvidos nesse processo de revisão do tratado e manter contato com nossos colegas do parlamento paraguaio que também estão tratando do tema. É uma negociação que envolve bilhões gerados pela Usina de Itaipu e pode até impactar no valor da tarifa”, explicou Beto Richa.

Na última quinta-feira, a Comissão Mista do Congresso Nacional aprovou duas sugestões de Beto Richa que ampliam a abrangência da medida provisória (MP 1162/23) que recria o programa Minha Casa, Minha Vida. As emendas apresentadas pelo parlamentar permitem que as Companhias Habitacionais (Cohabs) atuem dentro do programa e assim ampliem o leque de pessoas atendidas.

“Dessa maneira será possível oferecer crédito mais barato para as famílias que hoje não conseguem ser atendidas pelos bancos por terem seus cadastros rejeitados. Além do crédito mais barato, elas poderão ter um prazo maior para o pagamento e outras condições”, afirmou o deputado.

Em seu gabinete, Beto Richa também recebeu prefeitos e vereadores do Paraná, além de representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

Parlamentares vão acompanhar revisão do Tratado da Usina de Itaipu

Negociação do tratado será delicada e longa
 
Parlamentares que fazem parte da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados vão acompanhar de perto as negociações entre Brasil e Paraguai para a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu, que começam no próximo mês de agosto, quando o acordo para a construção da usina hidrelétrica completa 50 anos. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (31), durante audiência pública do colegiado, presidida pelo deputado federal Beto Richa (PSDB-PR). Participaram do encontro o diretor-geral da Itaipu, Enio Verri, o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, e representantes dos ministérios de Relações Exteriores e Minas e Energia. 
 
“Com esse grupo que estamos formando vamos promover um estreitamento com todos os envolvidos nesse processo de revisão do tratado e manter contato com nossos colegas do parlamento paraguaio que também estão tratando do tema”, explicou Beto Richa, que foi o autor do pedido de audiência.
 
De acordo com o deputado, as maiores divergências entre os dois países se referem ao valor da tarifa de energia e a questão dos royalties que são pagos a estados e municípios impactados pela usina. “No Paraná, temos 15 municípios chamados lindeiros, que sofreram diretamente esses efeitos. Então, precisamos acompanhar essa negociação entre os dois países, especialmente porque ela aborda a questão financeira do tratado. E trata-se de um montante bilionário”.
 
Para Beto Richa, esse debate deve levar em conta a possibilidade da usina conseguir vender sua energia a um preço cada vez menor. “E esse é o momento, já que a dívida para a construção da usina, que representava um de seus maiores custos, foi liquidada esse ano. Nossa intenção é defender o interesse dos consumidores brasileiros, que clamam por uma tarifa menor. É certo que esse impacto não será muito grande, já que a energia gerada em Itaipu representa 9% do mercado brasileiro. Mas essa redução, aliada a outras políticas públicas de governo, podem beneficiar a população”.
 
O diretor Enio Verri explicou aos deputados que a Itaipu está subsidiando tecnicamente o Ministério de Relações Exteriores, que é quem vai negociar a revisão do acordo e apontou a questão chave da revisão. “A tarifa é motivo de muito ruído com nossos sócios (do Paraguai). O Paraguai quer vender (a energia) pela maior tarifa e o Brasil quer a menor”, disse, lembrando que nos próximos anos o Paraguai, que hoje vende a energia que não consome ao Brasil, vai conseguir utilizar toda a energia a que tem direito e vai passar a defender uma tarifa menor. 
 
Ele acrescentou ainda que existe uma grande pressão da sociedade Paraguai para que o país obtenha ganhos na negociação com o Brasil. No entanto, Verri ponderou que o desafio é buscar um acordo que beneficie os dois países. “Ou a gente faz integração ou não tem Itaipu”, resumiu.
 
Já secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, Gisela Padovan, frisou que a Itaipu é o eixo central das relações bilaterais entre Brasil e Paraguai. “Para nós interessa uma negociação que preserve a relação entre os dois países”, disse, lembrando que esse passo só deve ser dado com mais intensidade no fim deste ano. “É uma negociação complexa. Não nos interessa conflito”, ponderou.
 
Gisela Pandovan explicou ainda que, enquanto os dois países não chegarem a um acordo, permanece o que já está estabelecido no tratado, que tem prazo indeterminado. Após o término das negociações, o acordo precisa ser assinado pelos presidentes do Brasil e Paraguai e ser aprovado pelos seus respectivos parlamentos.
 
Já o subsecretário de Assuntos Econômicos do Ministério de Minas e Energia, Gustavo Manfrin, afirmou que o produto da renegociação pode impactar o mercado brasileiro de energia. “O Ministério levantou diferentes modelos de comercialização da energia de Itaipu e possíveis estratégias para negociação”.
 
Para ele, a negociação vai se entender por um longo tempo e levará em conta a decisão do Paraguai em vender o excedente da energia que tem direito ao Brasil ou para o mercado livre. 
 
Royalties
 
Já o prefeito de Foz do Iguaçu, Francisco Brasileiro, que também é secretário da Associação Nacional dos Municípios Sedes de Usinas Hidroelétricas e Alagados (AMUSUH), pediu aos representantes dos ministérios que os municípios atingidos pela usina sejam ouvidos no processo de negociação. Lembrou que essas cidades perderam, com a formação do lago da usina, recursos que vinham da agricultura, da pecuária e do turismo. Além disso, muitos tiveram que mudar. Nesse sentido, para ele a questão dos royalties é central nessa discussão.
 
“Nós queremos que os municípios lindeiros (impactados diretamente pela usina) tenham participação ativa no debate sobre a revisão do tratado”, disse ele, que citou estudos que apontam que as cidades atingidas deveriam receber quatro vezes mais do que os royalties a que têm direito hoje para serem realmente compensadas.
 
Histórico
 
O Tratado de Itaipu, assinado em 1973 por Brasil e o Paraguai, trata sobre o aproveitamento hidrelétrico dos recursos hídricos do Rio Paraná, pertencentes aos dois países. Depois de um longo processo de discussão, ocorrido desde a década de 1960, seu objetivo principal foi a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu. 
 
Pelo tratado, o Brasil tem direito a 50% da energia gerada pela usina e o Paraguai aos outros 50%. Hoje o país vizinho não tem demanda para toda a energia que a hidrelétrica dispõe e vende o excedente ao Brasil, como está previsto no acordo. Com a revisão do tratado, esse ponto pode ser alterado.
 

Cidadania e PSDB realizam nesta semana cinco encontros regionais da federação

Cidadania e PSDB iniciam nesta quinta-feira, 25, em Londrina, uma série de encontros regionais. Os eventos têm como objetivo discutir a federação, conjuntura política e iniciar a construção de um projeto comum para as eleições municipais de 2024 no Paraná.

Os encontros que devem reunir lideranças, filiados e simpatizantes dos dois partidos, continua em Santo Antônio da Platina, Cornélio Procópio, Jataizinho e encerrando no sábado em Arapongas.

Para Rubens Bueno, presidente estadual do Cidadania, “esses encontros têm como objetivo tornar a federação cada vez mais forte. A nossa atuação deve sempre buscar fortalecer os vínculos com a população paranaense e consolidar projetos de poder local”, ressaltou.

Segundo o presidente estadual do PSDB, Deputado Federal Beto Richa, “são encontros regionais com o objetivo de reforçar a união entre PSDB e Cidadania mirando novos desafios, entre eles, as eleições municipais de 2024. Estamos unidos e queremos levar essa mensagem às nossas bases”, disse.

A federação Cidadania-PSDB foi formada para a disputa das eleições nacionais do ano passado. Pelas regras eleitorais, as duas siglas continuam com vida partidária independente, mas a atuação no Congresso Nacional, nos Estados e nos municípios deve ser conjunta, como se ambas fossem um único partido.

 

Resumo da Semana – 14 a 20/05

Numa semana de votações importantes no Congresso Nacional, o deputado Beto Richa (PSDB-PR) votou a favor do regime de urgência para apreciação diretamente no plenário da Câmara do projeto (PLP 93/23) que fixa novo regime fiscal para as contas da União, que substituirá o atual teto de gastos. O parlamentar ainda vai apresentar sugestões para melhorar o texto e garantir o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O mérito do projeto deve ser votado na próxima semana.

“Vamos apresentar ao relator algumas sugestões de modificações, pois o texto enviado pelo governo permitia que muitos gastos fossem retirados do cumprimento da meta. Algumas sugestões ele já acatou e outras poderemos tratar por meio de emendas que podem ser apresentadas no plenário”, afirmou.

Beto Richa também ajudou a aprovar projeto (PL 3630/21) que garante a assistência da pessoa com transtorno do espectro autista (TEA) nos centros especializados de reabilitação existentes na Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD). A proposta segue para o Senado para nova votação.

“É mais um reforço para as pessoas com esse transtorno e para os seus familiares. Esse atendimento é fundamental para melhorar a qualidade de vida e promover todo o acompanhamento necessário dos pacientes”, afirmou Beto Richa.

Nas comissões de Minas e Energia e Constituição e Justiça, o deputado participou de audiências públicas e da votação de propostas. Na CCJ, foi aprovado relatório de sua autoria pela aprovação do projeto (PDL 1083/21) que prorroga por mais dez anos a autorização para o funcionamento da Rádio Santa Fé FM, do município paranaense Santa Fé. A proposta segue agora para análise do Senado.

Em Brasília, o deputado ainda participou de evento da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) para o lançamento do estudo: “Portabilidade da conta de luz – Impacto social e papel em uma transição energética justa”.

Em seu gabinete, Beto Richa também recebeu prefeitos e vereadores do Paraná, além de representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.