Resumo da Semana – 28/05 a 03/06

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) participou de diversas votações importantes nesta semana em Brasília. Na Câmara dos Deputados, ele ajudou a aprovar a medida provisória que ampliou o Bolsa Família, que terá o valor mínimo de R$ 600 e um adicional de R$ 150 para famílias com crianças de zero a seis anos.

Além disso, o deputado votou a favor do projeto que estabelece obrigações para empresas causadoras de desastres e da medida provisória que reorganizou a estrutura do governo federal.

Beto Richa também presidiu audiência pública na Comissão de Minas e Energia que debateu as negociações entre Brasil e Paraguai para a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu. Durante o evento, os parlamentares decidiram formar um grupo para acompanhar de perto as discussões entre os dois países, já que a revisão do tratado atinge diretamente a questão financeira da Usina de Itaipu.

“Com o grupo que estamos formando vamos promover um estreitamento com todos os envolvidos nesse processo de revisão do tratado e manter contato com nossos colegas do parlamento paraguaio que também estão tratando do tema. É uma negociação que envolve bilhões gerados pela Usina de Itaipu e pode até impactar no valor da tarifa”, explicou Beto Richa.

Na última quinta-feira, a Comissão Mista do Congresso Nacional aprovou duas sugestões de Beto Richa que ampliam a abrangência da medida provisória (MP 1162/23) que recria o programa Minha Casa, Minha Vida. As emendas apresentadas pelo parlamentar permitem que as Companhias Habitacionais (Cohabs) atuem dentro do programa e assim ampliem o leque de pessoas atendidas.

“Dessa maneira será possível oferecer crédito mais barato para as famílias que hoje não conseguem ser atendidas pelos bancos por terem seus cadastros rejeitados. Além do crédito mais barato, elas poderão ter um prazo maior para o pagamento e outras condições”, afirmou o deputado.

Em seu gabinete, Beto Richa também recebeu prefeitos e vereadores do Paraná, além de representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

Parlamentares vão acompanhar revisão do Tratado da Usina de Itaipu

Negociação do tratado será delicada e longa
 
Parlamentares que fazem parte da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados vão acompanhar de perto as negociações entre Brasil e Paraguai para a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu, que começam no próximo mês de agosto, quando o acordo para a construção da usina hidrelétrica completa 50 anos. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (31), durante audiência pública do colegiado, presidida pelo deputado federal Beto Richa (PSDB-PR). Participaram do encontro o diretor-geral da Itaipu, Enio Verri, o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, e representantes dos ministérios de Relações Exteriores e Minas e Energia. 
 
“Com esse grupo que estamos formando vamos promover um estreitamento com todos os envolvidos nesse processo de revisão do tratado e manter contato com nossos colegas do parlamento paraguaio que também estão tratando do tema”, explicou Beto Richa, que foi o autor do pedido de audiência.
 
De acordo com o deputado, as maiores divergências entre os dois países se referem ao valor da tarifa de energia e a questão dos royalties que são pagos a estados e municípios impactados pela usina. “No Paraná, temos 15 municípios chamados lindeiros, que sofreram diretamente esses efeitos. Então, precisamos acompanhar essa negociação entre os dois países, especialmente porque ela aborda a questão financeira do tratado. E trata-se de um montante bilionário”.
 
Para Beto Richa, esse debate deve levar em conta a possibilidade da usina conseguir vender sua energia a um preço cada vez menor. “E esse é o momento, já que a dívida para a construção da usina, que representava um de seus maiores custos, foi liquidada esse ano. Nossa intenção é defender o interesse dos consumidores brasileiros, que clamam por uma tarifa menor. É certo que esse impacto não será muito grande, já que a energia gerada em Itaipu representa 9% do mercado brasileiro. Mas essa redução, aliada a outras políticas públicas de governo, podem beneficiar a população”.
 
O diretor Enio Verri explicou aos deputados que a Itaipu está subsidiando tecnicamente o Ministério de Relações Exteriores, que é quem vai negociar a revisão do acordo e apontou a questão chave da revisão. “A tarifa é motivo de muito ruído com nossos sócios (do Paraguai). O Paraguai quer vender (a energia) pela maior tarifa e o Brasil quer a menor”, disse, lembrando que nos próximos anos o Paraguai, que hoje vende a energia que não consome ao Brasil, vai conseguir utilizar toda a energia a que tem direito e vai passar a defender uma tarifa menor. 
 
Ele acrescentou ainda que existe uma grande pressão da sociedade Paraguai para que o país obtenha ganhos na negociação com o Brasil. No entanto, Verri ponderou que o desafio é buscar um acordo que beneficie os dois países. “Ou a gente faz integração ou não tem Itaipu”, resumiu.
 
Já secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, Gisela Padovan, frisou que a Itaipu é o eixo central das relações bilaterais entre Brasil e Paraguai. “Para nós interessa uma negociação que preserve a relação entre os dois países”, disse, lembrando que esse passo só deve ser dado com mais intensidade no fim deste ano. “É uma negociação complexa. Não nos interessa conflito”, ponderou.
 
Gisela Pandovan explicou ainda que, enquanto os dois países não chegarem a um acordo, permanece o que já está estabelecido no tratado, que tem prazo indeterminado. Após o término das negociações, o acordo precisa ser assinado pelos presidentes do Brasil e Paraguai e ser aprovado pelos seus respectivos parlamentos.
 
Já o subsecretário de Assuntos Econômicos do Ministério de Minas e Energia, Gustavo Manfrin, afirmou que o produto da renegociação pode impactar o mercado brasileiro de energia. “O Ministério levantou diferentes modelos de comercialização da energia de Itaipu e possíveis estratégias para negociação”.
 
Para ele, a negociação vai se entender por um longo tempo e levará em conta a decisão do Paraguai em vender o excedente da energia que tem direito ao Brasil ou para o mercado livre. 
 
Royalties
 
Já o prefeito de Foz do Iguaçu, Francisco Brasileiro, que também é secretário da Associação Nacional dos Municípios Sedes de Usinas Hidroelétricas e Alagados (AMUSUH), pediu aos representantes dos ministérios que os municípios atingidos pela usina sejam ouvidos no processo de negociação. Lembrou que essas cidades perderam, com a formação do lago da usina, recursos que vinham da agricultura, da pecuária e do turismo. Além disso, muitos tiveram que mudar. Nesse sentido, para ele a questão dos royalties é central nessa discussão.
 
“Nós queremos que os municípios lindeiros (impactados diretamente pela usina) tenham participação ativa no debate sobre a revisão do tratado”, disse ele, que citou estudos que apontam que as cidades atingidas deveriam receber quatro vezes mais do que os royalties a que têm direito hoje para serem realmente compensadas.
 
Histórico
 
O Tratado de Itaipu, assinado em 1973 por Brasil e o Paraguai, trata sobre o aproveitamento hidrelétrico dos recursos hídricos do Rio Paraná, pertencentes aos dois países. Depois de um longo processo de discussão, ocorrido desde a década de 1960, seu objetivo principal foi a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu. 
 
Pelo tratado, o Brasil tem direito a 50% da energia gerada pela usina e o Paraguai aos outros 50%. Hoje o país vizinho não tem demanda para toda a energia que a hidrelétrica dispõe e vende o excedente ao Brasil, como está previsto no acordo. Com a revisão do tratado, esse ponto pode ser alterado.
 

Cidadania e PSDB realizam nesta semana cinco encontros regionais da federação

Cidadania e PSDB iniciam nesta quinta-feira, 25, em Londrina, uma série de encontros regionais. Os eventos têm como objetivo discutir a federação, conjuntura política e iniciar a construção de um projeto comum para as eleições municipais de 2024 no Paraná.

Os encontros que devem reunir lideranças, filiados e simpatizantes dos dois partidos, continua em Santo Antônio da Platina, Cornélio Procópio, Jataizinho e encerrando no sábado em Arapongas.

Para Rubens Bueno, presidente estadual do Cidadania, “esses encontros têm como objetivo tornar a federação cada vez mais forte. A nossa atuação deve sempre buscar fortalecer os vínculos com a população paranaense e consolidar projetos de poder local”, ressaltou.

Segundo o presidente estadual do PSDB, Deputado Federal Beto Richa, “são encontros regionais com o objetivo de reforçar a união entre PSDB e Cidadania mirando novos desafios, entre eles, as eleições municipais de 2024. Estamos unidos e queremos levar essa mensagem às nossas bases”, disse.

A federação Cidadania-PSDB foi formada para a disputa das eleições nacionais do ano passado. Pelas regras eleitorais, as duas siglas continuam com vida partidária independente, mas a atuação no Congresso Nacional, nos Estados e nos municípios deve ser conjunta, como se ambas fossem um único partido.

 

Resumo da Semana – 14 a 20/05

Numa semana de votações importantes no Congresso Nacional, o deputado Beto Richa (PSDB-PR) votou a favor do regime de urgência para apreciação diretamente no plenário da Câmara do projeto (PLP 93/23) que fixa novo regime fiscal para as contas da União, que substituirá o atual teto de gastos. O parlamentar ainda vai apresentar sugestões para melhorar o texto e garantir o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O mérito do projeto deve ser votado na próxima semana.

“Vamos apresentar ao relator algumas sugestões de modificações, pois o texto enviado pelo governo permitia que muitos gastos fossem retirados do cumprimento da meta. Algumas sugestões ele já acatou e outras poderemos tratar por meio de emendas que podem ser apresentadas no plenário”, afirmou.

Beto Richa também ajudou a aprovar projeto (PL 3630/21) que garante a assistência da pessoa com transtorno do espectro autista (TEA) nos centros especializados de reabilitação existentes na Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD). A proposta segue para o Senado para nova votação.

“É mais um reforço para as pessoas com esse transtorno e para os seus familiares. Esse atendimento é fundamental para melhorar a qualidade de vida e promover todo o acompanhamento necessário dos pacientes”, afirmou Beto Richa.

Nas comissões de Minas e Energia e Constituição e Justiça, o deputado participou de audiências públicas e da votação de propostas. Na CCJ, foi aprovado relatório de sua autoria pela aprovação do projeto (PDL 1083/21) que prorroga por mais dez anos a autorização para o funcionamento da Rádio Santa Fé FM, do município paranaense Santa Fé. A proposta segue agora para análise do Senado.

Em Brasília, o deputado ainda participou de evento da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) para o lançamento do estudo: “Portabilidade da conta de luz – Impacto social e papel em uma transição energética justa”.

Em seu gabinete, Beto Richa também recebeu prefeitos e vereadores do Paraná, além de representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

Novo regime fiscal: Beto Richa quer garantir cumprimento da LRF

Com voto favorável do deputado Beto Richa (PSDB-PR), a Câmara aprovou o regime de urgência para apreciação diretamente no plenário do projeto (PLP 93/23) que fixa novo regime fiscal para as contas da União, que substituirá o atual teto de gastos. O parlamentar ainda vai apresentar sugestões para melhorar o texto e garantir o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O mérito do projeto deve ser votado na próxima semana.

A intenção do governo federal é manter as despesas abaixo das receitas a cada ano e, se houver sobras, usá-las apenas em investimentos a fim de tornar sustentável a trajetória da dívida pública. Beto Richa continuará acompanhando as discussões sobre o tema, já que o texto do projeto poderá sofrer novas modificações até a votação.

“Vamos apresentar ao relator algumas sugestões de modificações, pois o texto enviado pelo governo permitia que muitos gastos fossem retirados do cumprimento da meta. Algumas sugestões ele já acatou e outras poderemos tratar por meio de emendas que podem ser apresentadas no plenário. Esse novo regime deve dificultar o descumprimento das metas fiscais”, afirmou.

Entre as propostas de Beto Richa está o efetivo funcionamento do Conselho de Gestão Fiscal (CGF). Esse colegiado está previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal com a finalidade de harmonizar e coordenar as contas públicas da União e dos estados e municípios.

“Entendemos que o ponto central do desarranjo fiscal dos Estados se deve à ausência no país de uma arquitetura institucional intergovernamental, liderada pelo governo federal, para impulsionar a cooperação fiscal entre os entes da federação”, afirma o deputado.

Diagnóstico do Fundo Monetário Internacional sobre a gestão fiscal no Brasil alerta para que “a falta de um conselho fiscal, conforme contemplado na LRF, torna mais difícil assegurar a implementação, pelos governos, de normas apropriadas relativas à apresentação de informações e o monitoramento eficaz das estatísticas fiscais em todos os níveis de governo”.

“Esta sugestão que estamos dando abrirá caminho para a efetiva instalação do Conselho de Gestão Fiscal, passados 23 anos da adoção da LRF no Brasil, dispondo sobre a composição e o funcionamento do conselho”, explica Beto Richa.

De acordo com o deputado, a criação do Conselho de Gestão Fiscal certamente evitará artifícios contábeis que comprometem a credibilidade da política fiscal adotada nos três níveis de governo. “Prática essa que, por exemplo, culminou nas pedaladas fiscais e no impeachment da presidente Dilma Rousseff”, pondera Beto Richa.

Beto Richa vota a favor de garantia de assistência para paciente autista

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) ajudou a aprovar nesta quarta-feira (17), no plenário da Câmara, projeto que garante a assistência da pessoa com transtorno do espectro autista (TEA) nos centros especializados de reabilitação existentes na Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD). A proposta (PL 3630/21) segue para o Senado para nova votação.

“É mais um reforço para as pessoas com esse transtorno e para os seus familiares. Esse atendimento é fundamental para melhorar a qualidade de vida e promover todo o acompanhamento necessário dos pacientes”, afirmou Beto Richa.

Os centros de reabilitação já existem atualmente no Sistema Único de Saúde (SUS) dentro da RCPD. Além das pessoas com autismo, esses centros também poderão ofertar acompanhamento psicológico e multidisciplinar especializado aos pais e responsáveis pelas pessoas com TEA.

O projeto também prevê que os planos e seguros privados de saúde também devem prestar esse atendimento para as pessoas com TEA. Já as unidades do SUS com déficit de profissionais, equipamentos ou locais especializados podem assinar contrato ou convênio com a rede privada para garantir a oferta do serviço.

Aprovado relatório de Beto Richa pela renovação por 10 anos do funcionamento Rádio Santa Fé

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira (16) relatório do deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) pela aprovação do projeto (PDL 1083/21) que prorroga por mais dez anos a autorização para o funcionamento da Rádio Santa Fé FM, do município paranaense Santa Fé. A proposta segue agora para análise do Senado.

O parlamentar destacou que a emissora presta um grande serviço de utilidade pública e ressaltou que a aprovação da renovação premia o grande trabalho que é feito pela rádio para divulgar as informações da cidade e promover a integração da comunidade.

“Queremos aqui deixar nosso reconhecimento a Associação Comunitária de Desenvolvimento Cultural e Artístico de Santa Fé, que administra a rádio, lembrando que a comunicação é um instrumento essencial para a promoção da educação, da cultura, do esporte, da cidadania e da democracia. Parabéns a equipe da rádio Santa Fé e a todos os ouvintes dessa importante estação de utilidade pública”, afirmou Beto Richa.

 

 

Resumo da Semana – 07 a 13/05

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) participou de uma série de votações nesta semana na Câmara dos Deputados. Entre as iniciativas aprovadas, votou a favor de projeto (PL 3965/21) que cria um programa para subsidiar o pagamento da formação de condutores de baixa renda. A proposta direciona parte dos recursos arrecadados com multas de trânsito para a formação desses motoristas.

“Muitas ofertas de emprego, por exemplo, exigem carteira de habilitação. Facilitar esse acesso para pessoas de baixa renda é uma função social. Além disso, essa proposta vai evitar que muitos dirijam sem a formação necessária por não terem os recursos para pagar o curso e as taxas para tirar uma carteira, o que vai tornar nosso trânsito mais seguro”, disse Beto Richa.

Para modernizar a legislação brasileira e combater a burocracia, Beto Richa também ajudou a aprovar o projeto (PL 4402/16) que torna indeterminado o prazo de validade de laudo atestando deficiência permanente ou Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Para o Beto Richa, a iniciativa vai facilitar a vida das pessoas e reduzir custos. “Não há porque se exigir validade de algo que é definitivo. Essa é uma reivindicação antiga e que agora a Câmara atende em benefício de milhares de famílias”, destacou o deputado.

A Câmara dos Deputados ainda aprovou, como voto favorável do parlamentar, o projeto (PL 2120/22) que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, a ser celebrado em 12 de março de cada ano.

Nas Comissões de Constituição e Justiça e Minas e Energia, Beto Richa também ajudou a aprovar diversas propostas, entre elas o projeto (PL 4274/20) que torna obrigatória a aferição da pressão arterial – o chamado teste do bracinho – nas consultas pediátricas em crianças a partir de 3 anos de idade.

Em Brasília, o deputado participou ainda de evento do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR), onde foi discutida a Agenda Legislativa da entidade.

Em seu gabinete, Beto Richa também recebeu prefeitos e vereadores do Paraná, além de representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

Acompanhado da prefeita de Santa Terezinha de Itaipu, Karla Galende, e do vice-prefeito Vanio Morona, o deputado prestigiou a maior feira da América Latina, a Fespop 2023. Em Cascavel, na AMOP – Associação dos Municípios do oeste do Paraná, participou de reunião com 58 prefeitos da região.

 

Beto Richa vota a favor de benefício para autistas

Para modernizar a legislação brasileira e combater a burocracia, o deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) ajudou a aprovar, no plenário da Câmara, projeto (4402/16) que torna indeterminado o prazo de validade de laudo atestando deficiência permanente ou Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta segue agora para a análise do Senado.

O texto altera tanto o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira de Inclusão) quanto a lei que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA (Lei 12.764/12).

Para o Beto Richa, a iniciativa vai facilitar a vida das pessoas e reduzir custos. “Não há porque se exigir validade de algo que é definitivo. Essa é uma reivindicação antiga e que agora a Câmara atende em benefício de milhares de famílias”, destacou o deputado.

A validade indeterminada do laudo médico valerá para o diagnóstico definitivo de Transtorno do Espectro Autista, podendo ser emitido por médico da rede de saúde pública ou privada.

O projeto também altera o prazo de validade da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea). A validade atual é de cinco anos e a proposta prevê duas situações: validade de dez anos se a pessoa tiver menos de 18 anos quando de sua emissão; e validade indeterminada se o identificado tiver mais de 18 anos na emissão.

No estatuto, o laudo médico de caracterização da deficiência terá prazo de validade indeterminado nos casos de deficiência permanente ou irreversível; e de cinco anos, nos casos de deficiência reversível ou progressiva, podendo ser alterado a critério da equipe multiprofissional e interdisciplinar responsável pela avaliação.

Beto Richa vota por projeto que beneficia condutores de baixa renda

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) votou a favor de projeto (PL 3965/21) que cria um programa para subsidiar o pagamento da formação de condutores de baixa renda. A proposta, que foi analisada no plenário da Câmara, direciona parte dos recursos arrecadados com multas de trânsito para a formação desses motoristas. Agora, a matéria será analisada pelo Senado.

“Muitas ofertas de emprego, por exemplo, exigem carteira de habilitação. Facilitar esse acesso para pessoas de baixa renda é uma função social. Além disso, essa proposta vai evitar que muitos dirijam sem a formação necessária por não terem os recursos para pagar o curso e as taxas para tirar uma carteira, o que vai tornar nosso trânsito mais seguro”, disse Beto Richa.

De acordo com projeto, a receita para custear o processo de habilitação desses condutores englobará as taxas e demais despesas relativas ao processo de formação de condutores e de concessão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Para ter acesso à CNH subsidiada dessa forma, o condutor deve estar incluído no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Resumo da Semana – 30/04 a 06/05

A Câmara dos Deputados aprovou nesta semana três projetos em benefício das mulheres. O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) apoiou todos. Aprovado pelo plenário na quinta-feira (04), um dos projetos (PL 1085/23) estabelece medidas para garantir a igualdade salarial entre mulheres e homens que exercem o mesmo tipo de função. A proposta endurece a penalização para empresas que exercerem esse tipo de discriminação.

Em mais uma medida para fortalecer o direito das mulheres, Beto Richa votou a favor do projeto (PL 1084/23) que altera as regras da Bolsa-Atleta para ampliar direitos e garantias às atletas gestantes e mães de recém-nascidos. A proposta garante à atleta gestante e puérpera o recebimento regular das parcelas da bolsa durante o período da gestação acrescido de até 6 meses após o nascimento da criança. Conforme a lei atual, a Bolsa-Atleta é concedida pelo prazo de um ano, e não há exceção prevista para essas atletas.

O deputado também ajudou a aprovar o projeto (PL 1852/23) que inclui no Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) infrações disciplinares relativas ao assédio moral, ao assédio sexual e à discriminação.

Já a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou relatório de Beto Richa pela aprovação do projeto (PDL 1082/21) que prorroga por mais dez anos a autorização para o funcionamento da Rádio Cidade Alta FM, do município paranaense de Diamante D’Oeste.

Beto Richa também participou, na Câmara, de audiência pública com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Em debate os projetos e o planejamento da pasta. Para 2023, o ministro prevê a ampliação da rede de distribuição de energia no país e novos investimentos em energias renováveis, como solar e eólica. Na pauta do ministério também está o fortalecimento da Agência Nacional de Mineração.

Em Foz do Iguaçu visitou o prefeito Chico Brasileiro, o diretor geral de Itaipu, Enio Verri, e a comunidade árabe de Foz. Boas conversas sobre as perspectivas da região e sugestões para levarmos ao Congresso Nacional.

Beto Richa ainda recebeu em seu gabinete prefeitos e vereadores do Paraná, além de representantes de entidades. Nos encontros foram tratados projetos de interesse dos municípios, captação de recursos federais e propostas que tramitam na Câmara.

Beto Richa vota pela ampliação da Bolsa-Atleta para mulheres

Em mais uma medida em benefício das mulheres, o deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) votou na última terça-feira (23) pela aprovação do projeto (PL 1084/23) que altera as regras da Bolsa-Atleta (Lei 10.891/04) para ampliar direitos e garantias às atletas gestantes e mães de recém-nascidos. A matéria segue agora para a análise do Senado.

A proposta garante à atleta gestante e puérpera o recebimento regular das parcelas da Bolsa-Atleta durante o período da gestação acrescido de até 6 meses após o nascimento da criança, desde que o período adicional do benefício não exceda a 15 parcelas mensais consecutivas. Conforme a lei atual, a Bolsa-Atleta é concedida pelo prazo de um ano, e não há exceção prevista para essas atletas.

“É mais uma garantia que estamos dando para essas mulheres que dedicam sua vida ao esporte, servem de exemplo para os mais jovens e representam nosso país em uma série de competições. Essa medida dá mais segurança e tranquilidade para nossas atletas”, afirmou Beto Richa.

De acordo com o texto, a comprovação de plena atividade esportiva não será exigida das atletas na prestação de contas dos recursos recebidos durante o período da gestação ou do puerpério. Dados do Executivo indicam que as novas regras vão custar em torno de R$ 1,09 milhão do valor total pago às bolsas, considerando o pagamento integral de 15 parcelas, representando menos de 1% do valor total da dotação orçamentária dessa ação orçamentária.